Dança da Espada - Raks Al Saif:
Instrumento típico masculino, seu uso pelas mulheres provavelmente nasceu em tabernas e locais de entretenimentos, onde a dançarina pegava a espada de um soldado e a colocava sobre sua cabeça, enquanto dançava.
Também era frequente entre as dançarinas Gawazys .
Essa dança acabou sendo praticamente esquecida no Oriente, sendo resgatada e desenvolvida por dançarinas americanas que aperfeiçoaram esta forma de apresentação.
Muito presente entre as dançarinas ocidentais, a dança da espada se desenvolve conquistando um público cada vez maior de simpatizantes.
Esta performance nos lembra força e mistério e para sua realização é necessário bastante equilíbrio, coordenação e leveza por parte da dançarina.
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Solo de derbake ou solo tabla:
O derbake é o principal instrumento de percussão na música árabe, também conhecido no Egito com o nome de Tabla ou "Huk", sua presença na melodia é imprescindìvel.
Está presente em todo o mundo árabe como o instrumento que marca o ritmo de todo o resto do grupo musical, o derbake é o próprio coração da música.
No solo tabla, o derbake substitui sozinho todos os outros instrumentos de percussão na música, estabelecendo um diálogo com o corpo da dançarina, que interpreta cada som e ritmo que soa.
Muito vibrante, todas as bailarinas recorrem ao derbake quando querem avivar o ritmo.
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Serpente:
Ondulações, oitos e redondos são muito empregados nessa coreografia durante o momento mais lento da música ou simplesmente ao som do ritmo Whada Wo Noz (ritmo de serpente)
A intenção dessa performance é exercer sobre o público a mesma ação hipnótica da cobra Naja, causando um momento de suspenção e mistério dentro do espetáculo.
Estes movimentos também podem ser enriquecidos com o uso do véu e existem ainda bailarinas que preferem dançar com serpentes vivas.
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Dança dos Véus:
O véu é muito associado com a cultura oriental, em afrescos e registros antigos ele encobre o corpo e o rosto femininos, mas também existem costumes do seu uso entre os homens em algumas tribos do deserto, onde é comum o rosto sempre velado.
Na Grécia antiga, já encontramos registros da presença desse acessório na dança :
algumas bailarinas dançavam com largos véus, usados tanto para ocultar como mostrar o corpo .
A graça e leveza desse acessório acabaram inspirando bailarinos clássicos como Mikail Fokine a explorá-lo em seus ballets.
E ainda mais : por volta de 1950, a bailarina russa Sônia Ivanova, esteve no oriente lecionando aulas de ballet clássico e teria aconselhado as dançarinas árabes a usarem os véus em seus shows de dança do ventre.
Sem dúvida é um acessório que confere leveza e mistério à dança.
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Dança com Snujes:
Assim como o pandeiro, o snuje foi incorporado à dança, só que com maior frequência.
Segundo algumas fontes, era costume, no antigo Egito, algumas bailarinas estalarem os dedos para acompanhar o ritmo da música.
Com o tempo esta prática acabou originando um pequeno instrumento de percussão metálico, colocado nos dedos (como castanholas) chamado de saggat ou snujes.
O snuje pode ser usado tanto pelo músico como pela bailarina, para acompanhar a música.
Sua prática requer grande habilidade e coordenação motora. |