
Mulheres que amam demais: MADA
Conforme o seu mapa astral e experiência de vida, são vários os motivos que levam a mulher a ser totalmente vampirizada numa relação afetiva. O caso que citamos abaixo esclarece apenas alguns desses motivos.
Caso:
Suzy é uma sagitariana com ascendente leão e trabalha como instrumentadora cirúrgica. Ao procurar pelo mapa astral, sua queixa era o descontentamento afetivo.
Suportou o último namorado por sete longos anos (a maioria deles com depressão) nos quais vivia praticamente para o trabalho, pois a vida pessoal só lhe sugava as energias.
Ele viajava com amigos em fins de semana, feriados, não tinha hora para aparecer no apartamento dela, não marcava os dias de visita, entrava e saia quando queria, o que a deixava deprimida, pois tinha um namorado, mas não podia realmente contar com ele. Além disso ele era divorciado, mas sempre dava um jeito de se encontrar com a ex-mulher, e durante muito tempo, Suzy atribuiu a inconstância do namorado a trabalhos de magia que a ex-mulher estaria fazendo...
6 meses antes dela me procurar, ele chegou a se esconder na casa, pois precisou fugir de uma mulher grávida que dizia ser ele o pai da criança.
De fato ele traía Suzy várias vezes e numa dessas ocasiões, a amante engravidou...
Suzy chegou a ter seu apartamento cercado pelos familiares da “outra”, mas conseguiu escapar levando o namorado para outra cidade, onde ele pode se esconder na casa de um amigo.
Alguns meses depois, com muita dificuldade, ela finalmente lhe deu o fora e, ainda deprimida, procurou pela leitura de seu mapa astral.
Diagnóstico:
Pelos aspectos de seu mapa astral percebemos a tendência a um complexo paterno mal resolvido:
Suzy sempre se apaixonava pelo homem errado, pois ela idealizava a figura masculina, além disso, a imagem do ânimus que trazia em seu inconsciente era bastante negativa e conduzia ao assalto e à manipulação, não trazendo realização afetiva.
Suzy era sempre vampirizada pelos homens na vida afetiva, pois só atraia “bad boys” e inconscientemente ia ao encontro deles. O infortúnio afetivo era como uma programação dentro dela que sempre se repetia.
A mudança desse padrão masculino era muito difícil, pois em seu ânimus, Suzy lidava com um padrão negativo de homem que ela recebia como herança familiar, do pai e de antepassados, portanto esse “padrão masculino” era totalmente inconsciente e anterior ao seu nascimento, o que o tornava mais forte ainda e mais difícil a sua transformação.
Alquimia pessoal
A mudança num caso destes não se processa da noite para o dia, leva tempo até ela recuperar sua auto-estima e mudar um padrão tão forte como este.
Suzy precisava olhar os homens de forma mais crítica e se posicionar como mulher num relacionamento, defendendo seus direitos, no entanto ela resistia às mudanças e sempre voltava aos mesmos tipos;
Em seu caso, foi necessário intenso do aconselhamento sobre como mudar o padrão em que estava, como evitar cair nas mesmas armadilhas.
Para começar a mudar o padrão em que vivia, Suzy teve de passar por vários tipos de tratamento.
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